Na última reunião da Câmara Municipal de Sardoal, o executivo aprovou, esta quarta-feira, por unanimidade a proposta da quinta revisão orçamental. Na motivação está o Programa de Apoio às Família Mais Carenciadas que vai envolver o Centro de Recuperação e Integração de Abrantes (CRIA) e os concelhos de Sardoal, Abrantes e Mação.

O executivo da Câmara Municipal de Sardoal levou esta quarta-feira à reunião pública uma proposta de revisão orçamental com respetiva submissão à Assembleia Municipal no sentido de poder ser assinado o protocolo do Plano Operacional de Apoio às Pessoas Mais Carenciadas (PO APMC), que vai contar com uma comparticipação do município de Sardoal na ordem dos 13 mil euros.

“A comparticipação é proporcional a cada território, a cada número possível de utilizadores de cada um dos municípios”, explicou o presidente Miguel Borges. “Existe um racional que está no protocolo, daquilo que é o contributo” de cada câmara municipal para a realização do PO APMC, acrescentou.

Em causa a mudança de realidade. As cantinas sociais vão dar lugar ao PO APMC nos concelhos de Sardoal, Mação e Abrantes, sendo o CRIA a entidade coordenadora do programa. Para que tal seja uma realidade foi necessário investir em equipamentos, melhoria das instalações de armazenamento dos produtos alimentares a serem distribuídos por cerca de 300 pessoas bem como numa viatura frigorífica.

No caso de Sardoal, o CRIA “transportará para a Santa Casa da Misericórdia que é a responsável da entrega direta às famílias” no concelho, referiu o autarca.

A falta desta rubrica orçamental em Sardoal obrigou a Câmara não assinar o protocolo no passado dia 14 de setembro, uma vez que a revisão orçamental é feita em sede de Assembleia Municipal agendada para dia 26 de setembro.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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