Reunião de CM de Sardoal

O vereador do PS deu conta de queixas de munícipes relativamente às acessibilidades no cemitério de Sardoal, durante a reunião de Executivo camarário de quarta-feira. Em causa as rampas construídas recentemente que, segundo Pedro Duque, dificultam a acessibilidade de cidadãos idosos e com mobilidade reduzida. Miguel Borges (PSD) admite o problema na acessibilidade mas garante que a Câmara Municipal fez tudo o que era possível para melhorar os acessos dentro do cemitério, construído num plano inclinado, com diversos socalcos.

Um munícipe sardoalense queixou-se da falta de acessibilidades no cemitério de Sardoal ao vereador socialista, Pedro Duque, lamentando “não poder visitar há meses a campa de um ente querido, devido às rampas recentemente construídas por ser difícil o acesso e até perigoso”.

O presidente Miguel Borges disse ter conhecimento e reconheceu a dificuldade daquele cemitério “bastante íngreme” explicando que “as alterações foram realizadas precisamente porque várias pessoas não conseguiam aceder às campas pela escadaria”, nomeadamente cidadãos em cadeira de rodas, explicou.

“Não há hipótese de fazer de outra forma pela estrutura que o cemitério tem. Para cumprir regras de acessibilidade o desnível tem de ser percentual e ali é completamente impossível”, garantiu o presidente.

“Fizemos uma intervenção de forma a que o acesso não fosse apenas por escadas… mas é muito difícil conseguir uma solução ideal”, reconhece o autarca. A dificuldade prende-se com o cruzamento do cemitério, na perpendicular, acessível apenas por rampa.

Ainda assim, Miguel Borges garante que a CM “não abandonou a ideia de realizar melhorias no cemitério”.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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