Cana rachada, instrumento tradicional da zona ribatejana. Foto: Terra.Pura Sardoal 5G

O Terra.Pura Sardoal 5G promove a “Oficina da Cana Rachada”, instrumento musical tradicional do Ribatejo, em atividade dinamizada com a colaboração do grupo Terra Velhinha. A sessão vai decorrer no próximo dia 9 de maio, entre as 14h15 às 17h00, no Centro Cultural de Sardoal. As inscrições são gratuitas, mas limitadas e obrigatórias até 5 de maio.

Destinada a residentes no concelho com 65 anos ou mais, nesta oficina os participantes serão convidados, numa primeira parte, a construir uma cana rachada, instrumento tradicional da zona ribatejana, seguida de uma mostra musical onde os participantes serão convidados a tocar o instrumento construído acompanhado por instrumentos da sua classe e instrumentos rítmicos e de percussão.

O Terra.Pura Sardoal 5G é um projeto comunitário que surge com a finalidade de prevenir e combater a exclusão social, garantir a coesão social e territorial, através de políticas de inclusão social e combate à pobreza, concentrando as intervenções nos grupos populacionais que evidenciem fragilidades mais significativas e promovendo a mudança tendo em conta os fatores de vulnerabilidade.

Esta atividade pretende a promoção da autonomia, envelhecimento ativo e longevidade, que visa potenciar a participação ativa na sociedade e promoção das relações sociais na população sénior, promovendo o desenvolvimento de atividades educativas, culturais, de lazer, desportivas.

As inscrições são gratuitas, mas limitadas e obrigatórias até ao dia 5 de maio.

Para se inscrever ou obter mais informações deverá utilizar as seguintes formas de contacto:

Telefone: 241 850 000 | 96 511 91 08

Morada: Avenida Luís de Camões, n.º7, Sardoal

E-mail: clds5g@cm-sardoal.pt

O Terra.Pura tem como Entidade Coordenadora Local de Parceria (ECLP) a Câmara Municipal de Sardoal e está sedeado na Vila de Sardoal. O Terra.Pura Sardoal 5G é apoiado pelo PESSOAS 2030, pelo Portugal2030 e pela União Europeia.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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