Foto ilustrativa de jovens. Créditos: Pixabay

O Programa de Ocupação de Tempos Livres (OTL), promovido pelo Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), volta a ter o Município de Sardoal como entidade parceira para projetos apresentados na modalidade de Longa Duração.

Através deste programa, a autarquia sardoalense poderá ser parceira de projetos que possam vir a ser apresentados por jovens que pretendam apresentar candidaturas em áreas como Cultura e/ou Património; Cidadania; Voluntariado; Desporto e Ambiente.

A realização dos projetos na modalidade das candidaturas de Longa Duração decorre até 30 de setembro, devendo os projetos ser apresentados até 30 dias antes do seu início, por jovens dinamizadores, com idades compreendidas entre os 18 e 30 anos.

Esta modalidade tem uma duração mínima de 264 horas e máxima de 396, com uma bolsa horária de dois euros, o que permitirá aos jovens dinamizadores receberem pela sua participação uma bolsa total que poderá variar entre 528 e 792 euros.

Através deste apoio, o Município de Sardoal visa promover o empreendedorismo, incentivando os jovens a desenvolver e a executar o seu próprio projeto, ganhando experiência em contexto de trabalho, melhorando a sua capacidade de inserção profissional, as suas competências profissionais, pessoais e relacionais.

Os jovens interessados poderão obter mais informações referentes ao programa no Portal da Juventude (www.juventude.gov.pt), no Portal do Município (www.cm-sardoal.pt) ou junto dos Serviços de Ação Social do Município sardoalense.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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