Parque calisténico vence Orçamento Participativo Jovem de Sardoal. Foto ilustrativa: DR

A proposta vencedora do Orçamento Participativo Jovem de Sardoal (OPJS) prevê a instalação de um parque calisténico, e tem como proponentes Afonso Inácio, Afonso Pissarreira, Guilherme Anastácio, João Lopes e Martim Santos. As quatro propostas apresentados no âmbito do OPJS foram votadas pelos alunos dos 2.º, 3.º ciclos e secundário.

O OPJS foi promovido, pelo segundo ano consecutivo, pelo Município, para projetos exequíveis até ao valor de 5 mil euros, sendo as mesmas apresentadas por alunos do 3º Ciclo ou Ensino Secundário do Agrupamento de Escolas de Sardoal.

As candidaturas deviam abranger projetos que contribuam para melhorias na escola ou no concelho, através da aquisição de bens e/ou serviços que sejam necessários ou considerados convenientes para melhorar o bem-estar, beneficiando a comunidade escolar e/ou comunidade Sardoalense, nas seguintes áreas temáticas: Ambiente e Turismo; Educação, Cultura, Juventude E Desporto; Mobilidade e Segurança; Ação Social e Saúde; Outras de interesse relevante.

Com esta iniciativa, o Município visa promover o alargamento dos instrumentos do Orçamento Participativo Municipal aos jovens em idade escolar, promovendo a oportunidade de estes participarem num processo formal de apresentação e discussão de propostas de intervenção, assim como de votação.

Paralelamente, a participação dos jovens neste projeto terá um impacto relevante no desenvolvimento das suas competências pessoais e sociais, tornando-os cidadãos mais responsáveis, informados e participativos.

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A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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