As obras de pavimentação dos cruzamentos de Andreus “estão em conclusão”, disse o presidente da Câmara de Sardoal, Miguel Borges, na última reunião de executivo. “Uma luta antiga” que o Município de Sardoal mantinha com as Infraestruturas de Portugal, acrescentou o autarca, tendo dado ainda conta da abertura do concurso público para adjudicação da obra de substituição de condutas de abastecimento de água e pavimentação de arruamentos na freguesia de Santiago de Montalegre, no valor de quase 350 mil euros.
Lembrou que aquele instituto público após comprometer-se com os trabalhos de pavimentação há dois anos em Andreus, “há bem pouco tempo disseram que afinal já não arranjavam e aí tivemos de ter um pulso de ferro e proatividade no sentido de dizer que não concordávamos e que se assim fosse teríamos de levar o assunto adiante porque os interesses do Município não estavam a ser defendidos”, afirmou Borges.
No fim das contas, os trabalhos de pavimentação foram realizados na EN358 a cargo da Infraestruturas de Portugal mas “há uma parte na entrada de Sardoal, mais de 10 metros que não está arranjado. É competência da Câmara mas já estamos em conversações com a empresa para fazer esse trabalho”, assegurou Miguel Borges.
Na mesma ocasião o presidente deu ainda conta da abertura do concurso público para adjudicação da obra de substituição de condutas de abastecimento de água e pavimentação de arruamentos na freguesia de Santiago de Montalegre, no valor de quase 350 mil euros. O procedimento foi aberto pelo Município de Sardoal, com um valor base de 342.452,83 euros, e a empreitada apresenta um prazo de execução de 8 meses.
Segundo o presidente da Câmara, o executivo social democrata assumiu o compromisso eleitoral junto da população de “até ao final do mandato resolver todos os problemas do saneamento básico no concelho” o que “não significa esgotos em todas as localidades”, notou, falando de redes de águas e repavimentação. “Existem muitas roturas e condutas muito antigas que têm ser substituídas”, deu conta o autarca.
Miguel Borges falou de “um grande esforço financeiro” par parte do Município e sem recurso a apoio comunitário. No entanto, a gestão financeira da Câmara permite “capacidade de endividamento que será utilizada a bem da população”, afirmou.
