Teleassistência (imagem ilustrativa). Foto DR

O município de Sardoal já implementou um Serviço de Teleassistência, recurso que pretende assegurar melhor qualidade de vida aos cidadãos que vivam sós ou passem grande parte do dia ou noite sozinhos.

Este projeto representa não só uma resposta imediata ao utente, em situações de emergência de saúde, segurança ou solidão, mas também um importante mecanismo de monitorização e acompanhamento.

Este serviço consiste numa linha telefónica de apoio que funciona 24 horas/dia, 365 dias/ano, tendo como suporte um terminal fixo ou móvel, propriedade da empresa prestadora de serviços contratada pelo Município de Sardoal, através do qual, acionando um botão de emergência aliado a um telefone de alta voz, o utente pode falar, ser localizado e identificado pelo operador, o qual faz uma avaliação imediata da situação, dando a resposta mais adequada.

Desta forma, os objetivos são: evitar ou retardar a necessidade de recurso à institucionalização de munícipes em situação de isolamento ou dependência; contribuir para a manutenção no seu domicílio de munícipes em situação de isolamento ou dependência, através da garantia de uma resposta imediata em situações de emergência, bem como apoio na solidão; garantir um serviço de apoio inovador, visando a melhoria da qualidade de vida, saúde, segurança e autoestima dos/as beneficiários/as.

Para mais informações ou esclarecimentos contacte o Serviço de Educação, Saúde e Ação Social através dos números 241850000 e/ou 926513181 ou para o email accao.social@cm-sardoal.pt.
Regulamento disponível em www.cm-sardoal.pt.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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