Colónia de gatos errantes localizada no Bairro da Santa Casa da Misericórdia de Sardoal. Créditos: CMS

O Município de Sardoal, no âmbito das suas competências e com o apoio de cuidadores voluntários, tem vindo a constituir colónias de gatos errantes recorrendo a programas CED (Captura, Esterilização e Devolução), com os objetivos de controlar a população de gatos de rua.

O objetivo passa por promover a saúde e bem-estar dos gatos, vigiar de forma mais eficiente o seu estado de saúde e garantir a salubridade do espaço público, eliminando a colocação de alimentação na via pública ou noutros locais desadequados. Até ao momento foram já constituídas cerca de 15 colónias, deu conta a vereadora Patrícia Rei (PSD), em reunião de executivo.

A última colónia constituída está localizada no Bairro da Santa Casa da Misericórdia de Sardoal, na Rua Rainha Dona Leonor, e resulta da vontade de alguns moradores desse bairro de cuidar dos muitos gatos errantes que ali habitam.

O executivo informou ainda que foi pedida autorização à Santa Casa da Misericórdia, proprietária do espaço para a instalação da colónia, a qual foi prontamente concedida, tendo esta instituição decidido ainda proceder a uma operação de limpeza dos canteiros e alegretes do bairro, que se encontravam conspurcados pelos gatos, no âmbito desta operação e com o apoio do Município.

Por se tratar de uma grande colónia, que se pretende afastar dos prédios por questões de salubridade, foi construído pelos Serviços Operacionais da Câmara Municipal um abrigo, o qual foi entregue esta semana aos cuidadores da colónia, sendo colocado numa zona afastada dos prédios, para que a alimentação da colónia passe a ser feita exclusivamente dentro do mesmo.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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