Feira da Primavera regressa no domingo ao Sardoal. Foto: CMS

Uma sessão de reflexão com o tema “Os Mercados e Feiras que temos são o que queremos?” tem lugar esta quinta-feira, dia 7 de novembro, às 18:00, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, em Sardoal. As vantagens, os constrangimentos e o impacto no comércio local vão estar em cima da mesa. Miguel Borges, presidente da autarquia, falou ao mediotejo.net sobre a iniciativa.

Em Sardoal, ao longo do ano decorrem “vários mercados que se desenvolvem no centro da vila. Temos feito alterações e existem questões que necessitam de ser analisadas e debatidas”, começou por dizer o presidente da Câmara de Sardoal, Miguel Borges, sobre as Feiras e Mercados que decorrem no centro histórico.

Principiou por apontar “as mobilidades condicionadas. Numa situação de urgência é difícil as pessoas deslocarem-se ou a assistência deslocar-se. Por outro lado, por exemplo na Avenida [Luís de Camões] chegaram a partir as pedras da igreja para espetar estacas. Não é o sitio ideal para termos o mercado” afirma.

Refere as várias alterações de local sem retirar os eventos do centro da vila porque “as pessoas vêm ao mercado mas também vêm às lojas e aquele dia também dá uma certa dinâmica à nossa economia local, mas o desagrado tem sido crescente”, notou Miguel Borges.

Com esta iniciativa propõe-se “um espaço onde as pessoas possam opinar, dizer o que querem, possam ouvir. Mas principalmente para que possam dar contributos. Provavelmente pode haver uma solução para os mercados que não estejamos a ver. Queremos que as pessoas nos ajudem”, apelou.

A ideia passa por “encontrar uma solução no meio termo – porque não há a solução ideal – para que possamos minimizar os problemas, diminuir os constrangimentos e também os impactos na economia local”, concluiu Miguel Borges.

A sessão é aberta a todos os interessados.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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