A Semana Santa de Sardoal em destaque na BTL em Lisboa. Foto: CMS

O Sardoal marca presença na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), pelo nono ano consecutivo, com o intuito de apresentar e promover as potencialidades turísticas do concelho. O município far-se-á representar no sábado, 15 de março, no stand do Turismo Religioso, onde estarão presentes os municípios e entidades de maior relevo para este tipo de turismo a nível nacional, e no stand do Turismo de Centro.

Promovendo a Semana Santa de Sardoal e o potencial da mesma enquanto destino turístico, serão elaborados ao vivo dois dos tradicionais tapetes de flores que adornam as Capelas e Igrejas do concelho. Um, às 14h30, no stand do Turismo Religioso e outro, às 16h00, no stand do Turismo de Centro.

No mesmo sentido, decorrerá uma simulação da Procissão dos Fogaréus, que contará com a participação de Irmãos da Santa Casa da Misericórdia de Sardoal e da Filarmónica União Sardoalense, e que sairá stand do Turismo Religioso às 15 h30, terminando no stand do Turismo de Centro.

O stand de Turismo Religioso acolherá, ainda, às 15h00 uma prova de tigeladas e de vinhos dos três produtores do Concelho: Agrowine, Quinta do Côro e Vale do Armo.

Paralelamente, será apresentado, no dia 12 de março, o projeto intermunicipal “Caminhos Literários” e, no dia 16, decorrerá uma degustação de produtos locais no stand da Associação de Municípios da Rota da Estrada Nacional 2.

A presença do município de Sardoal na BTL insere-se na estratégia de promoção do turismo, enquanto fator de desenvolvimento económico-social deste Concelho, principalmente após a inclusão da Semana Santa e do Festa do Espírito Santo, no final de 2023, no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial pela Direção Geral do Património Cultural.

A Bolsa de Turismo de Lisboa decorre na Feira Internacional de Lisboa (FIL) no Parque das Nações, em Lisboa, entre 12 e 16 de março, sendo o mais importante certame de turismo que acontece no país.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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