O Gabinete Municipal de Proteção Civil, Florestal e Bombeiros de Sardoal está a promover, durante este mês de março, um conjunto de iniciativas no âmbito do Dia Internacional da Proteção Civil que se comemora anualmente a 1 de março. As atividades em curso, em parceria com outras entidades, visam promover uma cultura de segurança junto da comunidade, tendo a autarquia promovido esta quarta-feira, no centro histórico, uma Mostra de Meios e Agentes de Proteção Civil, assim como uma Avaliação de Parâmetros Vitais à população. Oportunidade para ouvir as ideias de Miguel Borges, presidente da autarquia local, e Nuno Morgado, comandante dos bombeiros municipais de Sardoal, sobre o que defendem para a proteção das populações.

À semelhança dos últimos anos, a Mostra de Meios e Agentes de Proteção Civil contou, não só, com a presença do Gabinete Municipal de Proteção Civil, Florestal e Bombeiros de Sardoal, mas também de outras entidades e instituições diretamente ligadas à temática, como a GNR e outras entidades.

Já no dia 10, sexta-feira, o concelho recebe uma visita dos alunos da Escola Sénior de Carnaxide subordinada ao tema “Incêndio Florestal de 23 de agosto de 2016”.

Numa parceira com os alunos do Curso Técnico Profissional de Proteção Civil do Agrupamento de Escolas de Sardoal, vão também ser levados a efeito, no dia 14, exercícios de evacuação nos jardins-de-infância do concelho. No Dia Mundial da Árvore, 21 de março, também em conjunto com os mesmos alunos, serão promovidas ações de manutenção de povoamento florestal e de plantação de árvores em terreno público.

Nos dias 28 e 30 de março, em parceria com a Santa Casa da Misericórdia de Sardoal, será promovida uma ação de formação de “Primeiros Socorros e Extintores”.

Em 2017, o Dia Internacional da Proteção Civil evoca o tema “Juntos para a Redução de Catástrofes”, seguindo o mote definido pela Organização Internacional de Proteção Civil (OIPC), o qual visa sublinhar a importância da coordenação de esforços entre os serviços de proteção civil, as restantes entidades da Administração e os Cidadãos para prevenir e responder a catástrofes de modo eficiente.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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