Projeto do Parque de Negócios de Andreus em Sardoal. Créditos: mediotejo.net

O concurso público para adjudicação da obra de construção do Parque de Negócios de Andreus, em Sardoal, na ordem de 900 mil euros, foi já publicado em Diário da República. O procedimento foi aberto pelo Município de Sardoal, com um valor base de 870.161,35 euros, e a empreitada apresenta um prazo de execução de 270 dias.

No inicio de janeiro, a Câmara Municipal de Sardoal aprovou a abertura do procedimento para a construção do Parque de Negócios de Andreus que pode albergar até 10 empresas em território sardoalense.

No momento da apresentação da ideia, em agosto de 2020, o presidente da Câmara Municipal, Miguel Borges, explicou tratar-se de “uma estrutura modelar moderna que venha dar seguimento à nossa Zona Industrial que neste momento está esgotada”.

O executivo municipal pretende construir o Parque de Negócios Andreus num terreno do Município. “O que se propõe é dar utilidade a este terreno com financiamento comunitário que será de 85% e criar ali uma outra centralidade em termos de dinâmica empresarial”, justificou o autarca na altura.

O executivo municipal candidatou-se a apoio financeiro comunitário do Programa Centro Apoio à Localização de Empresas para a concretização do projeto.

Propõe-se um trabalho de arquitetura paisagística que será realizado com enquadramento. “Alguns pavilhões enquadrados na paisagem de forma a dar continuidade aos interesses que alguns empresários que têm manifestado querer fixar-se no nosso concelho”, referiu na ocasião Miguel Borges.

Com o estudo paisagístico o executivo pretende excluir “a descaracterização da aldeia de Andreus. Queremos dar dinâmica ao espaço e à terra”, afirmou o presidente.

O executivo pensa realizar este projeto em duas fases.

Os interessados têm agora 20 dias a contar desde o dia 20 de janeiro de 2022 para a apresentação das propostas, sendo os concorrentes obrigados a manter as respetivas propostas durante 90 dias a contar do termo do prazo para a apresentação das mesmas.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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