Capela do Espírito Santo. Tapete de flores no âmbito da Semana Santa de Sardoal. Fotografia: mediotejo.net

O Município de Sardoal foi convidado para participar numa iniciativa mundial de realização de tapetes de flores por ocasião do Ano Santo Jacobeu em Santiago de Compostela, pela forte tradição que o concelho tem na elaboração destas obras efémeras no interior das capelas e igrejas por ocasião da Semana Santa e Páscoa.

Existindo no concelho de Sardoal a freguesia de Santiago de Montalegre, cuja Igreja é dedicada a Santiago, este foi o local escolhido para a realização do tapete, no dia 22 de julho, ficando patente ao público no dia 23 das 15h00 às 17h00 e no dia 24 das 11h00 às 12h00 e das 15h00 às 17h00.

Na sua elaboração participará um grupo de paroquianos desta freguesia que, por ocasião da Páscoa, elaborou os tapetes com a colaboração de funcionários do município.

Integrarão a iniciativa mais de 310 localidade de 30 países, como Alemanha, Argentina, Brasil, Bolívia, Colômbia, Chile, Costa Rica, França, Finlândia, Estados Unidos, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, Hungria, Índia, Itália, Lituânia, México, Nicarágua, Nova Zelândia, Paraguai, Polonia, Panamá, Perú, Portugal, Tunísia, Uruguai, Venezuela e Espanha.

Refira-se que esta iniciativa se realiza pelo segundo ano consecutivo, após o Papa Francisco ter declarado que, além de 2021, também 2022 seria um Ano Jubilar em Santiago de Compostela, extensão decorrente da pandemia.

Foi o Papa Calixto II que instaurou o Ano Santo Jacobeu em 1126, a ser celebrado sempre que 25 de julho, o dia de Santiago, coincidisse com um domingo. A Igreja Católica prometeu o perdão de todos os pecados a quem peregrinasse até ao túmulo do Apóstolo nesta ocasião, o que se tornou conhecido como “ganhar o Jubileu”.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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