Sardoal promove VIII Jornadas do Associativismo. Foto arquivo: CMS

O município de Sardoal promove, este sábado, dia 13 de junho, as VIII Jornadas do Associativismo. Numa lógica de descentralização, a iniciativa abandona este ano a sede do concelho e ruma à freguesia de Valhascos, decorrendo nas instalações da Associação Cultural e Desportiva de Valhascos (ACDV).

O evento insere-se na estratégia de apoio contínuo que o município sardoalense presta às associações locais, consideradas agentes determinantes para o desenvolvimento, dinamização social, cultural e económica do território.

A sessão abre oficialmente às 09h30 com o acolhimento aos associativistas, a cargo do presidente da Câmara Municipal, Pedro Rosa, e do vice-presidente, Duarte Batista.

Logo de seguida, às 10h00, o foco vira-se para a sustentabilidade com um painel duplo: a Tejo Ambiente abordará a “Gestão de resíduos em eventos” e a Valnor apresentará o conceito de “Ecoeventos”. Antes da pausa para o almoço (marcado para as 12h30), haverá ainda espaço, às 12h00, para a Cerimónia de Entrega de Donativos associada à Campanha do Débito Direto e Fatura Eletrónica.

Os trabalhos reatam às 14h00 com uma vertente mais técnica. Sob o mote “Licenciar sem complicar”, a técnica municipal Susana Paixão vai esclarecer as coletividades sobre os procedimentos legais e burocráticos necessários à organização das suas atividades.

O ponto alto do dia chega às 15h30 com a assinatura formal dos Protocolos no âmbito do Regulamento de Apoio ao Associativismo, que garantem os subsídios e apoios municipais às associações do concelho para o corrente ano. O encerramento oficial dos trabalhos está agendado para as 17h00.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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