Colisão entre veículo ligeiro e motociclo provoca dois feridos em Beco, um deles em estado grave. Foto ilustrativa/arquivo: INEM

Um homem de cerca de 50 anos foi encontrado num automóvel acidentado na Estrada Nacional 2, ao quilómetro 382, perto da Quinta das Gaias, em Sardoal, sendo o único ocupante da viatura. A vítima que trabalhava num empresa de Vila de Rei morreu na sexta-feira, 14 de agosto, na sequência de um despiste de automóvel, sendo que estava desaparecida desde o dia anterior, confirmou ao mediotejo.net o Comando Territorial da GNR de Santarém. Nota a GNR que para a situação de ‘desaparecido’ é necessário a formalização de denúncia.

Os Bombeiros Municipais de Sardoal receberam “um pedido de socorro” da Guarda Nacional Republicana tendo sido dado o alerta às 10:39, de sexta-feira, confirmou ao mediotejo.net o comandante do corpo de Bombeiros, Nuno Morgado.

No local, encontrando a vítima encarcerada na viatura, os Bombeiros procederam ao “desencarceramento” e como o homem ainda apresentava sinais de vida prestaram-lhe os primeiros socorros, mas este acabou por não resistir.

“Entrou em paragem cardiorespiratória e foi declarado o óbito”, explicou Nuno Morgado. Na operação de socorro, os bombeiros foram apoiados por uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Médio Tejo.

Além dos Bombeiros de Sardoal também marcaram presença no local do acidente a Brigada de Trânsito da GNR de Abrantes e o Núcleo de Investigação de Crimes em Acidentes de Viação (NICAV), encarregue de liderar as investigações nas circunstâncias em que ocorrem acidentes de viação mortais.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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