Espaço Cá da Terra assinala 11 anos de existência em Sardoal. Foto: DR

O espaço ‘Cá da Terra’, em Sardoal, comemora o seu 11.º aniversário esta sexta-feira, 6 de dezembro, com um conjunto de atividades dirigidas, especialmente, aos produtores presentes no local. Este projeto é resultado de uma iniciativa do município, em parceria com a Tagus – Associação para o Desenvolvimento do Ribatejo Interior e com os produtores locais.

Desta forma, para assinalar o dia, terá lugar uma reunião com os produtores presentes no Cá da Terra’ para análise do trabalho feito e troca de ideias, seguindo-se um momento simbólico com um bolo de aniversário.

Quando abriu portas, o espaço Cá da Terra apresentava-se como um ponto de encontro entre os produtores locais, a população e os visitantes. O objetivo foi atingido ao tornar-se num local onde se partilham conhecimentos e experiências e onde o convívio e a divulgação das tradições deste concelho assumem o papel principal.

Ao longo destes 11 anos foram promovidas diversas iniciativas, entre as quais se destacam provas enogastronómicas, “Merendas com Personalidade”, workshops por produtores locais, “Tardes da Agulha e da Linha”, cinema ao ar livre e exposições temáticas ligadas à tradição, à história e à cultura do concelho.

O Cá da Terra afirmou-se como um espaço onde o saber fazer é partilhado entre gerações e tem contribuído para reforçar a identidade do concelho de Sardoal, a nível regional e nacional.

Este projeto é o resultado de uma iniciativa do Município, em parceria com a TAGUS – Associação para o Desenvolvimento do Ribatejo Interior e com os produtores locais.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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