Espaço Cá da Terra assinala 10 anos de existência. Foto: mediotejo.net

O ‘Cá da Terra’, em Sardoal, comemora o seu 10.º aniversário na quarta-feira, 6 de dezembro, com um conjunto de atividades dirigidas, especialmente, aos artesãos e produtores presentes no espaço.

O dia começa com uma visita à Home for Creativity na Aldeia de Xisto de Cerdeira. No regresso a Sardoal, terá lugar uma reunião para troca de ideias na Sala Multiusos do Centro Cultural Gil Vicente e, às 18h00, será inaugurada a exposição “10 Anos de Cá da Terra” com fotografias desta década e testemunhos em vídeo dos produtores.

Espaço Cá da Terra. Foto. Tagus

“Ao abrir portas, o espaço Cá da Terra tornou-se um ponto de encontro entre os produtores locais, a população e os visitantes. Atingiu o objetivo de ser um local onde se partilham conhecimentos e experiências e onde o convívio e a divulgação das tradições deste concelho assumem o papel principal”, indica o município de Sardoal, em nota de imprensa.

“Dez anos depois, o balanço é positivo e os objetivos foram alcançados. O futuro assenta na melhoria, na evolução e no aperfeiçoamento constantes, tendo sempre em mente a preservação e divulgação do património material e imaterial da região”, acrescenta a mesma nota.

Espaço Cá da Terra. Foto. Tagus

Ao longo desta década, foram promovidas diversas iniciativas, entre as quais se destacam Provas Enogastronómicas, “Merendas com Personalidade”, Workshops por produtores locais, “Tardes da Agulha e da Linha”, Cinema ao Ar Livre e Exposições Temáticas ligadas à tradição, à história e à cultura do concelho de Sardoal.

O Cá da Terra afirmou-se como um espaço onde o saber fazer é partilhado entre gerações e que tem contribuído para reforçar a identidade do concelho de Sardoal, a nível regional e nacional.

Espaço Cá da Terra. Foto. Tagus

Este projeto é o resultado de uma iniciativa do Município, em parceria com a TAGUS – Associação para o Desenvolvimento do Ribatejo Interior e com os produtores locais.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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