Foto ilustrativa: Freepik.

A Biblioteca Municipal de Sardoal desafia a fotografar ‘Gentes da Minha Terra’, o tema escolhido para este ano do projeto Marcas na História, um concurso de fotografia, numa lógica de valorizar e promover o património Humano a nível local.

O projeto Marcas na História conta com a participação de vários concelhos das Comunidades Intermunicipais do Oeste, da Lezíria do Tejo e do Médio Tejo sendo objetivo principal continuar a reforçar o papel das bibliotecas escolares e municipais através de ambientes de aprendizagem e de convívio capazes de desenvolver competências em diversas literacias e áreas curriculares dentro e fora da escola.

A atividade foi dividida em 2 fases: Fase 1 constituída por 5 escalões (1.º ciclo, 2.º ciclo, 3.º ciclo, secundário e comunidade local) e a Fase 2 a decorrer nos municípios aderentes a este projeto e congrega os vencedores da Fase 1.

O objetivo passa por e dar a esta celebração da fotografia um carácter mais significativo que, as bibliotecas escolares em articulação com as bibliotecas municipais, pretendem continuar a promover e implementar de forma colaborativa, oportunidades de aprendizagens em ambientes capazes de desenvolver competências nas diversas literacias e áreas disciplinares dentro e fora da escola.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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