Moinhos de Entrevinhas, Sardoal. Foto: Paulo Jorge de Sousa

À semelhança de anos anteriores, Sardoal volta a associar-se à iniciativa “Moinhos Abertos de Portugal”, promovendo no domingo, dia 7 de abril, um conjunto de atividades a par de um passeio pedestre pelo Núcleo de Moinhos de Entrevinhas. Com um percurso de cerca de 10 km, as inscrições são gratuitas mas obrigatórias.

Segundo informação da autarquia, o programa tem início às 8h45 com um percurso pedestre de 10 km (grau de dificuldade: médio/difícil). A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição que pode ser feita até 4 de abril, no Posto de Turismo de Sardoal (241 851 498), junto do Setor de Desporto do Município (961 079 966) ou AQUI.

Numa organização do Município e da Junta de freguesia de Sardoal, os Moinhos de Entrevinhas vão receber no domingo um conjunto de atividades abertas a toda a população.

A iniciativa inclui, a partir das 10h00, a realização de um Mercadinho de Saberes e Sabores e jogos tradicionais. A tarde será preenchida pelas atuações do Grupo Concertinas “Os Terra da Couve de Valhascos – ACD Valhascos e das turmas de Música e de Cavaquinho, Bandolim e Viola da Universidade Sénior de Sardoal.

Entre as 10h00 e as 18h00 estará ainda aberto ao público o Núcleo Museológico dos Moinhos, local onde os visitantes poderão conhecer utensílios e ferramentas originais, usados na época em que se encontrava em pleno funcionamento.

A AMA Entrevinhas terá serviço de bar no local com possibilidade de refeição ligeira, sendo que os interessados devem fazer inscrição até 5 de abril, no Posto de Turismo de Sardoal (241 851 498) ou AQUI.

Recorde-se que este espaço foi totalmente recuperado em 2012, com recurso a financiamento Europeu, sendo hoje ponto de atração turística do concelho de Sardoal.

A iniciativa “Moinhos Abertos de Portugal” é promovida pela Rede Portuguesa de Moinhos e insere-se no Dia Nacional dos Moinhos, que se assinala a 7 de abril.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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