O Centro de Interpretação da Semana Santa está instalado na Capela de Nª Sr.ª do Carmo, no Sardoal. Foto: CMS

Já são conhecidos os nomeados na Europa dos World Travel Awards, considerados dos prémios mais importantes no setor do turismo. E, à semelhança do que tem acontecido em anos anteriores, Portugal está nomeado em várias categorias. A votação já está a decorrer e pode participar online até 4 de fevereiro. Confira a lista das principais nomeações portuguesas.

Estas nomeações do Sardoal surgem no seguimento de uma candidatura apresentada pelo município que, em nota de imprensa, considera que “em muito enaltecem o trabalho desenvolvido”, em torno da tradição e do turismo religioso. O final do ano 2023 levou ao Sardoal o reconhecimento da Semana Santa e da Festa do Espírito Santo enquanto Património Cultural Imaterial, com 2024 a arrancar com a nomeação do Centro de Interpretação para duas categorias destes “Óscares” do Turismo.

Em votação estão projetos, atrações, hotéis, entre outros no âmbito do turismo de todo o Mundo. O Centro de Interpretação da Semana Santa e do Património Religioso de Sardoal concorre a nível Europeu por Portugal, a par dos passadiços do Paiva, passadiços do Mondego, e Dark Sky Alqueva, nas categoria de nova atração turística e projeto de desenvolvimento económico.

As votações decorrem até à meia noite do dia 4 de fevereiro. Para votar na categoria Europe’s Leading Tourism Development Project 2024 (Nova Atração Turística), deve fazê-lo AQUI. Para votar na Europe’s Leading New Tourist Attraction 2024 (Projeto de Desenvolvimento Turístico) pode fazê-lo AQUI.

Os resultados serão conhecidos numa cerimónia a ter lugar, no dia 4 de março, em Berlim.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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