I Encontro Internacional de Piano. Foto arquivo: Paulo Sousa

O Centro Cultural Gil Vicente vai ser palco do VII Encontro Internacional de Piano de Sardoal, que decorrerá entre 27 de junho e 3 de julho. Durante nove dias, estarão reunidos em Sardoal cerca de uma centena de participantes, entre alunos e professores, oriundos de vários países, num evento que integra um concerto de homenagem a Aquilles Delle Vigne, um dos principais dinamizadores do projeto cultural.

A iniciativa, que nas edições anteriores se pautou por um elevado sucesso, volta a trazer ao Sardoal alguns dos melhores músicos do mundo, dos quais se destacam Aldo Dotto, Anne Kassa, Carles Marín, Daniela Roma, Éva György e Shao Ling, sendo convidados de honra Emanuel Krasovsky e Jorge Martins.

Durante nove dias, estarão reunidos na Vila de Sardoal cerca de uma centena de participantes, entre alunos e professores, oriundos de vários países, entre os quais Coreia do Sul, Espanha, Grécia, Portugal e Brasil, alguns deles acolhidos em casa de famílias sardoalenses, à semelhança do sucedido nas edições anteriores.

Ao longo do Encontro, o som do piano ecoará pelas ruas de Sardoal, uma vez que algumas Capelas serão espaços de trabalho dos participantes. As provas do concurso decorrerão no auditório do Centro Cultural Gil Vicente, em diferentes horários e com entrada gratuita.

De realçar que no dia 2 de julho, pelas 21h30, terá lugar um Concerto de Homenagem a Aquilles Delle Vigne, falecido em janeiro último e que acarinhou este evento desde o seu início, em 2016.

O Concerto de Encerramento do evento está marcado para o dia 3 de julho às 15h00, e contará com a participação especial da Orquestra Sinfónica Esproarte – Escola Profissional de Arte de Mirandela. O VII Encontro Internacional de Piano é organizado pelo Município de Sardoal e pela Academia de Música “Aquiles Delle Vigne”.

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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