Entroncamento recebe espetáculo “Vozes da Liberdade” no doa 25 de abril. Foto: Pixabay

Ao longo do mês de abril são várias as iniciativas que o município de Sardoal vai promover para celebrar os 50 anos do 25 de Abril. Entre as atividades do programa destaque para cinema, exposições, desporto, concertos, palestras e as cerimónias oficiais no dia 25 de Abril.

O ciclo de cinema ’50 anos de Abril’ arranca esta quarta-feira dia 3, pela mão do Espalhafitas, Cineclube de Abrantes e do Município de Sardoal, no Centro Cultural Gil Vicente.

Dia 12 é tempo de ‘Perspetiva Histórica sobre o 25 de Abril’ no Centro Cultural Gil Vicente, às 10h00, uma palestra, dinamizada pelo Núcleo de Abrantes da Liga dos Combatentes, subordinada ao tema “25 de Abril – O Movimento dos Capitães”.

Com o apoio da DORSA do PCP, a exposição ’50 anos do 25 de Abril – Abril é mais futuro’ inaugura no dia 20, pelas 16h00, seguida de ‘Conversas sobre Abril com ex-preso político’, igualmente no Centro Cultural.

A Biblioteca Municipal terá patente, a partir de 22 de abril, a Exposição “Emigração, Exílio e Canção de Protesto”, cedida pelo Município de Grândola.

Dia 24, o Agrupamento de Escolas de Sardoal leva ao Centro Cultural a exposição ‘Interpretar Abril’, às 20h00, seguida de sarau cultural ‘Abril depois de Abril’.

No dia em que a Revolução dos Cravos celebra 50 anos, as bandeiras serão hasteadas às 9h00, nos Paços do Concelho, a Corrida da Liberdade parte às 10h00, da Praça da República, ao mesmo tempo que decorre o Peddy-paper para todos. O XVII Torneio Interconcelhio de Escolinhas de Futebol tem lugar às 15h00 no Pavilhão Desportivo Municipal, e às 15h30 haverá uma Assembleia Municipal extraordinária, no Centro Cultural Gil Vicente.

Em maio, dia 4, Fernando Tordo estará às 21h30, no Centro Cultural para o concerto ’50 anos de Abril, parabéns a nós’.

As celebrações encerram em outubro, a 31, com uma palestra e uma exposição na Biblioteca Municipal.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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