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Capela de Nossa Senhora do Carmo depois de restaurada, em Sardoal. Créditos: CMS
Depois de concluída a sua requalificação e restauro, a Capela de Nossa Senhora do Carmo, em Sardoal, já se encontra aberta ao público. Trata-se da primeira fase de intervenção na Capela, no âmbito da instalação do Centro de Interpretação da Semana Santa e do Património Religioso.
Os trabalhos incluíram a recuperação da cobertura, dos revestimentos exteriores, do vão interior e exterior, a criação de uma rede elétrica e a implementação de mecanismos de acessibilidade. O valor final da empreitada foi de 161.774,77 euros.
Capela de Nossa Senhora do Carmo depois de restaurada, em Sardoal. Créditos: CMS
A segunda fase do projeto prende-se com a produção de conteúdos para o Centro de Interpretação da Semana Santa e do Património Religioso, que pretende dar a conhecer, durante todo o ano, as tradições e o património religioso do Concelho.
Capela de Nossa Senhora do Carmo depois de restaurada, em Sardoal. Créditos: CMS
A Capela de Nossa Senhora do Carmo está aberta ao público todos os dias, das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.
Capela de Nossa Senhora do Carmo depois de restaurada, em Sardoal. Créditos: CMS
Capela de Nossa Senhora do Carmo depois de restaurada, em Sardoal. Créditos: CMS
Capela de Nossa Senhora do Carmo depois de restaurada, em Sardoal. Créditos: CMS
Capela de Nossa Senhora do Carmo depois de restaurada, em Sardoal. Créditos: CMS
Capela de Nossa Senhora do Carmo depois de restaurada, em Sardoal. Créditos: CMS
Capela de Nossa Senhora do Carmo depois de restaurada, em Sardoal. Créditos: CMS
Capela de Nossa Senhora do Carmo depois de restaurada, em Sardoal. Créditos: CMS
Capela de Nossa Senhora do Carmo depois de restaurada, em Sardoal. Créditos: CMS
Capela de Nossa Senhora do Carmo depois de restaurada, em Sardoal. Créditos: CMS
Capela de Nossa Senhora do Carmo depois de restaurada, em Sardoal. Créditos: CMS
A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.