Sardoal é conhecido como a vila jardim do Ribatejo. Foto: DR

A Câmara de Sardoal aprovou por unanimidade uma proposta da maioria PSD de oferta de flores para canteiros de alegretes à população residente no centro histórico da vila. A proposta foi acarinhada pelos vereadores do PS, com Pedro Duque a lembrar que “em tempos já passados a vila de Sardoal era conhecida como Vila Jardim”.

Na última reunião de executivo, o presidente Miguel Borges (PSD) explicou que a autarquia “tem andado a fazer limpeza e manutenção dos canteiros e alegretes na zona histórica”. Assim, a proposta passa por “oferecer as flores àqueles munícipes proprietários mesmo daqueles alegretes que estão na via pública”.

ÁUDIO | PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE SARDOAL, MIGUEL BORGES

Proposta acarinhada pelos vereadores do PS, com Pedro Duque a lembrar que “em tempos já passados a vila de Sardoal era conhecida como Vila Jardim”. Nesse sentido, defendeu ainda o “potenciar, que se mantivesse e promovesse a Festa da Flor” na vila.

O executivo de maioria PSD “não tem acolhido a nossa sugestão mas o centro histórico, em concreto, era uma zona de facto aprazível, nomeadamente a Rua da Amoreira e algumas ruas paralelas. Eram de facto ruas cuja a florescência ressaltava e era chamativa”, realçou Pedro Duque, admitindo que “muitas dessas ruas já não estão habitadas como estiveram no passado”. O eleito defendeu, por isso, que a Câmara Municipal deveria ter esse papel de “embelezamento” do centro histórico.

ÁUDIO | VEREADOR ELEITO PELO PARTIDO SOCIALISTA, PEDRO DUQUE

Miguel Borges respondeu ao repto e esclareceu serem no passado os munícipes quem “tinha essa responsabilidade”, facto que Pedro Duque afirmou desconhecer. A propósito da Festa da Flor, o presidente acrescentou que, agora, “em vez de fazermos a Festa da Flor fazemos da flor uma festa”.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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