Câmara de Sardoal apoia pagamento de tarifas da água e saneamento a duas IPSS do concelho. Foto: DR

Em reunião de executivo, a Câmara Municipal de Sardoal aprovou por unanimidade – sendo que votaram uma vereadora do PSD e dois vereadores do PS, uma vez que o presidente e o vice-presidente ausentaram-se da votação por terem ligações às referidas IPSS -, um apoio financeiro mensal de dois mil euros a duas instituições do concelho no que toca ao tarifário da Tejo Ambiente, empresa intermunicipal responsável pela água, saneamento e resíduos sólidos urbanos em seis concelhos do Médio Tejo, incluindo Sardoal.

O apoio surge “em reconhecimento do relevante papel das IPSS” no concelho de Sardoal e “sabendo da débil situação financeira destas instituições”, quer em Sardoal quer a nível nacional “em virtude da sua missão”, e tendo em consideração que o tarifário da Tejo Ambiente “prevê a possibilidade de tarifas mais agradáveis para estas instituições desde que os municípios paguem a diferença entre a tarifa normal – não doméstico – e as tarifas especiais para as instituições”, explicou a vereadora Patrícia Rei (PSD).

ÁUDIO | VEREADORA DO PSD, PATRÍCIA REI

Tal comparticipação aprovada significa um encargo financeiro para o Município, tendo em conta os históricos de consumo, de um montante mensal médio de dois mil euros, acrescentou ainda Patrícia Rei, especificando que o apoio para a Santa Casa será de 1750 euros e para a Associação de Apoio Domiciliário de Alcaravela de 250 euros.

Por seu lado, o Partido Socialista reconhece o “papel importantíssimo destas IPSS , em condições normalmente desfavoráveis, sempre difíceis” aprovando por isso a proposta da maioria social democrata. No entanto, os vereadores do PS consideram que a Tejo Ambiente “não tem em conta a questão social”, defendendo, por isso, que a empresa intermunicipal “deverá ter um papel social”.

ÁUDIO | VEREADOR DO PS, PEDRO DUQUE

O apoio financeiro de 2 mil euros mensais acabou por ser aprovado por unanimidade.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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