Filarmónica União Sardoalense. Créditos. FUS

A Câmara Municipal de Sardoal aprovou em reunião de executivo um apoio financeiro no montante de 20 mil euros para atribuição à Filarmónica União Sardoalense (FUS) com vista à aquisição de um edifício – da antiga creche da Santa Casa da Misericórdia de Sardoal – para instalação da nova sede da coletividade, com banda filarmónica e a escola de música.

Sem liquidez financeira suficiente para a aquisição do edifício, a FUS “resolver pedir apoio a diversas entidades, entre elas o Município”, explicou o vice-presidente, Jorge Gaspar (PSD), em reunião de executivo realizada na quarta-feira, 25 de maio. A proposta de apoio de 20 mil euros foi aprovada por unanimidade.

Segundo Jorge Gaspar, a nova sede “vai possibilitar ampliar a sua capacidade de formação. Era uma das preocupações mais que legítimas. Diria até que se não acontecesse a Filarmónica, neste particular, estava condenada a não evoluir”, disse sublinhando “o mérito da instituição”.

Do lado da oposição, os vereadores do PS manifestaram-se “sensíveis aos argumentos” do PSD. Também Pedro Duque reconhece o mérito da Filarmónica União Sardoalense, tendo afirmado, no entanto, discordar da justificação de apoio “por forma a poder garantir a gratuitidade da frequência” na escola de música, considerando que “já está garantida”.

Contudo, manifestando-se favorável ao “apoio extraordinário” à FUS, questionou o executivo de maioria social-democrata “se o município tem capacidade para dar o mesmo apoio a outras associações” do concelho de Sardoal, caso o peçam, tendo em conta aquilo que considera ser “um apoio substancial”.

Em resposta Jorge Gaspar lembrou outros apoios municipais a diversas coletividades do concelho e disse que “o Município terá capacidade para apoiar sempre”.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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