Secular Filarmónica União Sardoalense (FUS) tem uma escola de música. Foto arquivo: FUS

A Câmara Municipal de Sardoal aprovou um apoio financeiro de 28 mil euros ao associativismo para a prossecução das suas atividades, com o montante a ser distribuído por cerca de duas dezenas de associações. O montante mais elevado (12 mil euros) vai para a Filarmónica União Sardoalense para apoio ao funcionamento da Escola de Música. De fora desta lista de apoios agora aprovada ficaram os clubes Desportivos. Esses montantes são, normalmente, decididos em meados de setembro.

Mais uma vez a Câmara Municipal de Sardoal afirma reconhecer que o associativismo local constitui “um pilar fundamental para o desenvolvimento do concelho, sustentado pelo contributo decisivo que assume em domínios como a qualidade de vida da população, a coesão social e a identidade sócio territorial”.

Assim, no apoio ao desenvolvimento do Plano Anual de Atividades, montante aprovados na reunião de dia 18 de junho, são apoiadas as seguintes coletividades:

Associação dos Amigos dos Animais – 750€
Associação de Caçadores de Sardoal – 375€
Associação de Criatividade Social de Monte Cimeiro – 750€
Associação de Melhoramentos de S. Simão – 750€
Associação de Moradores de Andreus – 750€
Associação de Moradores de Vale das Onegas – 500€
Associação dos Amigos de Santiago de Montalegre – 500€
Associação para o Progresso do Lugar de Mivaqueiro – 500€
Associação Recreativa e Cultural e Desportiva 4 Aldeias – 375€
Associação Recreativa e Cultural de Panascos – 750€
Associação Recreativa da Presa – 750€
Comissão de Melhoramentos de Cabeça das Mós – 750€
Comissão de Desenvolvimento Cultural e Recreativa de Venda Nova – 750€
Estímulo – Associação de Jovens do Sardoal – 750€
Filarmónica União Sardoalense – 750€
Associação de Melhoramentos e Amigos de Entrevinhas – 750€
Associação Cultural e Recreativa de Valhascos – 750€
Associação km 380, EN2-Raízes – 750€

No âmbito do Desenvolvimento Cultural: Filarmónica União Sardoalense – 12 000€ (apoio ao funcionamento da Escola de Música).

No âmbito do Desenvolvimento Social: Associação Amigos dos Animais de Sardoal – 1 500 € (50% do orçamento apresentado), Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas de Sardoal – 2 500€ (apoio à coordenação do ATL).

Para o executivo municipal “é inequívoco de que as associações, desempenham uma importante função social, complementando o papel do Estado, sobretudo a nível do desporto, cultura, lazer,
recreação e da solidariedade social. Com efeito, para muitos munícipes, o associativismo constitui a principal, senão a única forma de acesso à atividade desportiva, cultural, recreativa ou mesmo apoio social”.

Tendo em conta essa “importância”, a Câmara de Sardoal entende “o incentivo ao associativismo” como “um eixo central da atuação municipal tendo adotado medidas de apoio e de valorização à iniciativa das associações, nomeadamente através da criação e implementação do Regulamento Municipal de Apoio ao Associativismo”.

Excluídos também desta linha de apoio aprovada na última reunião de Câmara estão os restantes pedidos efetuados pelas associações nas suas candidaturas, que se materializam na cedência de meios logísticos necessários ao desenvolvimento dos seus projetos, nomeadamente a colocação de palcos e transportes. Ou seja, “não se encontram consideradas as despesas com a utilização de espaços municipais, transportes coletivos e apoios não financeiros necessários ao desenvolvimento das atividades previstas pelas associações”.

A proposta com o montante financeiro global a atribuir de 28 mil euros foi aprovada por unanimidade.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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