A Biblioteca Municipal de Sardoal recebe a exposição itinerante “Branquinho da Fonseca: uma vida a fazer ler”. Créditos: DR

A Biblioteca Municipal de Sardoal recebe a partir de quarta-feira, dia 5 de junho, e até 17 de julho, a exposição itinerante “Branquinho da Fonseca: uma vida a fazer ler”, concebida e cedida pela Câmara Municipal de Mortágua, e que pretende homenagear o escritor português.

A mostra apresenta a vida e obra de Branquinho da Fonseca, nas facetas de homem, escritor, criador e diretor do Serviço de Bibliotecas Itinerantes e Fixas da Fundação Calouste Gulbenkian.

Em tempos de ditadura, Branquinho da Fonseca lutou por uma educação que chegasse a todos, acreditando no poder formador da leitura. Graças ao seu empenho, a Biblioteca Itinerante n.º 32 passou a incluir o concelho de Sardoal na sua rota desde 12/07/1961.

Esta exposição é, por isso, também uma homenagem do Sardoal ao homem que trouxe livros, sonhos e conhecimento aos sardoalenses de então, lançando uma semente que perdura na memória de todos.

A exposição “Branquinho da Fonseca: uma vida a fazer ler” pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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