Pedro Dyonysyo apresenta em Mação e Gavião o audiolivro educativo, inclusivo e interativo “A História que um dia também vais contar" sobre o 25 de Abril: Créditos: CME

Os 51 anos do 25 de Abril de 1974 são assinalados no concelho de Sardoal através de um conjunto de iniciativas de âmbito cultural e desportivo, promovidas pelo município em parceria com diversas entidades. As comemorações arrancam já esta quarta-feira, dia 23, com a apresentação do livro “A História que um dia também vais contar”, de Pedro Dyonysyo.

A decorrer no Centro Cultural Gil Vicente, a apresentação do livro é uma iniciativa exclusiva para os alunos do 1.º ciclo do Agrupamento de Escolas de Sardoal, sendo promovida pela Biblioteca Municipal.

No dia 24, quarta-feira, é exibido, às 21h30, o documentário “Sempre” com a presença da realizadora Luciana Fina, numa sessão de “O Outro Cinema”, organizada por este município e pelo Espalha Fitas (Cineclube de Abrantes) e financiada pela DGARTES, ao abrigo do apoio à Programação da RTCP.

O cinema volta ao Centro Cultural no dia 26, sábado, com o filme “Camarada Cunhal” que estreia a nível nacional no dia 24. O filme terá duas sessões, uma às 16h00 e outra às 21h30.

A Biblioteca Municipal terá patente, a partir de 24 de abril e até 20 de maio, a exposição “Adeus, Pátria e Família”, gentilmente cedida pelo Museu do Aljube.

No dia 25 de Abril, às 9h00 terá lugar a cerimónia do Hastear das Bandeiras nos Paços do Concelho, seguindo-se as tradicionais Corridas da Liberdade. À tarde, no Parque Desportivo Municipal, decorrerá o XIX Torneio Interconcelhio de Escolinhas de Futebol, dinamizado pelo Grupo Desportivo e Recreativo “Os Lagartos”. Ainda na tarde de 25 de Abril terá lugar uma Assembleia Municipal Extraordinária, pelas 17h00, no CCGV, subordinada ao tema “Princípios e Valores do 25 de Abril, em abril de 2025”.

A 26 de abril, pelas 15h00, a Biblioteca Municipal acolhe a iniciativa À Conversa com… Clara Não, ilustradora, escritora e feminista.

A encerrar as celebrações de Abril, o CCGV apresenta, a 30 de maio, pelas 21h30, o espetáculo de dança contemporânea, música e poesia “Flor da Liberdade”, pelo coletivo Dancema.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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