Ruy Damas encerra as Quartas-Feiras de Agosto em Sardoal. Foto: Ruy Damas

A Junta de Freguesia de Sardoal anunciou o adiamento da última noite das ‘Quartas-Feiras de Agosto’, inicialmente marcada para dia 26, justificando a decisão com as previsões meteorológicas para o dia.

A última noite da edição de 2026 realiza-se assim na terça-feira, 1 de setembro, mantendo-se o programa anunciado pela organização.

A partir das 20:00 está prevista uma sardinhada aberta à população, oferecida pela Junta de Freguesia de Sardoal, seguindo-se, às 21:00, o espetáculo “Getas na Nacional 2”, pelo grupo Getas.

A programação termina com a atuação de Ruy Damas, marcada para as 22:00.

Foto: JFS

As Quartas-Feiras de Agosto regressaram este ano à Praça Nova, no centro de Sardoal, depois de vários anos afastadas daquele espaço, com quatro noites dedicadas à música, gastronomia, artesanato e animação.

A iniciativa arrancou em 5 de agosto com a atuação da Filarmónica União Sardoalense e o espetáculo da banda Tens Covir. Na semana seguinte, a programação incluiu atividades dedicadas ao Dia Internacional da Juventude, com música e atuações de Serras, Danni Vita e Bouça.

A terceira noite, em 19 de agosto, foi dedicada à música portuguesa, com “Fados da Nossa Terra”, protagonizado por Miguel Simples e Paula Simples, seguindo-se a atuação de Carlos Catarino.

‘Quartas de Agosto’ levam música e animação ao Sardoal. Foto: Facebook/JFS

A organização é da Junta de Freguesia de Sardoal, em parceria com o município de Sardoal e várias associações do concelho, entre as quais o GDR Os Lagartos, AJS, Getas Sardoal, APEEAE Sardoal, Amigos dos Animais de Sardoal e Filarmónica União Sardoalense.

Ao longo da iniciativa estiveram também disponíveis uma Feira de Artesanato, com mais de duas dezenas de artesãos e produtores locais, bar com bebidas e refeições, insuflável, pinturas faciais e uma roulote de farturas.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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