Sardoal acolheu escolas em Erasmus +

O 2º encontro Erasmus+ decorreu no Agrupamento de Escolas de Sardoal (AES) entre os dias 4 e 9 de março, com as escolas da Finlândia (Kauhajoen lukio school de Kauhajoki) e da Alemanha (Europaschule Langerwehe Gesamtschul – Colónia) no âmbito dos projetos Sustainable Future: “North meets South II” e “European Democracy” respetivamente.

Os alunos da Alemanha e Finlândia, com idades compreendidas entre os 16 e os 18 anos, ficaram alojados em casas de famílias de alunos sardoalenses o que representou “uma experiência intercultural única e inesquecível para todos”, dá conta o Agrupamento de Escolas de Sardoal, em nota de imprensa.

Foram 6 dias de “muita amizade, cooperação, alegria e espírito positivo”, onde uma comitiva constituída por 57 alunos e professores de três nacionalidades diferentes (dos quais 15 alemães e 12 finlandeses, além dos portugueses) realizaram workshops, aulas assistidas, atividades desportivas, visitas sociais e passeios locais e pela região.

Foi uma semana diferente “onde imperou a exaltação dos princípios e valores europeus, a troca de conhecimentos e a partilha de experiencias pessoas e profissionais, a aquisição de novas competências sociais e linguísticas e o desenvolvimento de uma excelente relação de confiança entre as escolas envolvidas”, lê-se na mesma nota. A semana terminou com um jantar final de despedida onde foram distribuídos certificados e lembranças.

Segundo o Agrupamento de Escolas de Sardoal tratou-se “de uma experiência muito gratificante e enriquecedora para todos os participantes e respetivas famílias”, que promete continuar no próximo mês de abril com a visita à Finlândia de um grupo de professores e alunos do AES.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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