Governo prolonga até 15 de junho prazo para limpeza de terrenos florestais. Foto: CMVR

As equipas de sapadores florestais do município de Vila de Rei vão ser responsáveis em 2025 pela gestão de combustíveis nas faixas de rede primária nas áreas que vão de Vila de Rei às aldeias de Paredes, São Martinho e Trutas. O Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) atribuiu esta responsabilidade aos sapadores de Vila de Rei pela necessidade de manutenção de rede primária, com o objetivo de defesa de pessoas, bens e do espaço florestal, contra a ocorrência de incêndios florestais.

Entende-se como gestão de combustíveis ações como limpeza/corte de ervas, matos e plantas invasoras, desbastes, desramação e abate de árvores, de acordo com os critérios lealmente exigidos. Os proprietários poderão optar pela realização destes trabalhos, na sua respetiva área/propriedade sendo que deverão comunicar esta sua intenção até ao dia 10 de janeiro de 2025.

Os materiais/ sobrantes sem valor comercial serão triturados e deixados no local como biocombustíveis. Os materiais lenhosos com valor comercial serão deixados no local por forma a que os proprietários os possam recolher, no prazo de 15 dias úteis após a sua rechega.

Em caso de dúvidas, todos os interessados poderão contatar o Serviço Municipal de Proteção Civil no edifício dos Paços do Concelho ou através dos números 274 890 010, 912 263 895 ou do endereço de correio eletrónico cord.protec@cm-viladerei.pt.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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