São Silvestre Solidária de Constância junta 1150 participantes e angaria sete toneladas de bens. Foto: Exército

A Brigada Mecanizada, em parceria com o Município de Constância, realizou a 10.ª edição da São Silvestre Solidária, uma iniciativa que voltou a mobilizar a comunidade em torno do desporto e da solidariedade, reunindo 1150 participantes entre atletas, famílias, jovens e crianças provenientes de vários pontos do país.

A dimensão solidária voltou a assumir um papel central no evento, com a angariação de cerca de sete toneladas de bens alimentares, produtos de higiene, material escolar, jogos didáticos e tampinhas de plástico para reciclagem.

Os donativos revertem a favor da Loja Social da Santa Casa da Misericórdia de Constância, da Associação Quatro Cantos do Cisne, da Associação de Deficientes das Forças Armadas e da Pipoca Beatriz, apoiando diretamente famílias do concelho e projetos com forte intervenção social.

Os participantes foram convidados a contribuir com bens essenciais, como conservas em lata, leite, cereais e azeite, bem como produtos de higiene pessoal e doméstica. Houve ainda uma recolha específica de materiais destinados à Associação Quatro Cantos do Cisne, incluindo plasticina, lápis de cor e de cera, canetas de feltro, jogos didáticos e de tabuleiro, legos, puzzles, tintas de água e pincéis.

Foram igualmente recolhidas tampas de garrafas de plástico em polipropileno (PP) e polietileno de alta densidade (PEAD). Até ao escalão juvenil, inclusive, os donativos foram orientados preferencialmente para esta associação.

O programa desportivo integrou no sábado uma corrida de 10 quilómetros, caminhadas de 3 e 7 quilómetros e provas para escalões jovens, com distâncias adaptadas às diferentes idades.

São Silvestre Solidária de Constância junta 1150 participantes e angaria sete toneladas de bens. Foto: Exército

Nesta 10.ª edição, a São Silvestre Solidária reforçou a sua mensagem central: transformar o desporto num instrumento de inclusão, proximidade e esperança, promovendo estilos de vida saudáveis e uma resposta social com impacto real na comunidade.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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