o grupo Arrebimbá Fundo é o anfitrião do encnntro de bombos em São Facundo Foto arquivo: PD

A aldeia de São Facundo, em Abrantes, volta a encher-se de ritmos com o II Encontro de Bombos e Música Popular de São Facundo. O evento, que vai decorrer este domingo, no Campo de Jogos de São Facundo, vai contar com a atuação de quatro grupos de bombos e um grupo de cantares de música tradicional.

Com organização da Casa do Povo de São Facundo, a edição deste ano vai contar com quatro grupos de bombos e um grupo de música tradicional, sendo eles os Arrebimbá Fundo – o grupo anfitrião da Casa do Povo de São Facundo -, e também os TorresBombos (Torres Vedras), BOT’aRufar (Torres Novas), Tomba Lobos (Redondo) e o Grupo de Cantares de Vila Chã de Ourique (Cartaxo).

A festa começa logo de manhã com uma arruada pela aldeia com todos os grupos, a partir das 10h30, e, durante a tarde, cerca das 15h30, iniciam as atuações de todos os grupos participantes.

“Depois de termos organizado a primeira edição em 2024, percebemos que este evento foi uma ótima iniciativa não só para a nossa associação, mas principalmente para trazer muita alegria à população da nossa aldeia. É também uma forma do nosso grupo Arrebimbá Fundo conseguir partilhar experiências com outros grupos de bombos de vários pontos do país, e criar-se assim um bom dia em que todos estamos ligados pela música. Ajuda-nos também a promover o trabalho que os nossos músicos vão trabalhando ao longo do ano, atrair novos membros para se juntarem aos ‘Arrebimbá’, mas também a mostrar na nossa terra a forma como outros grupos de outras zonas geográficas fazem música através da percussão”, afirmou o presidente da direção da Casa do Povo de São Facundo, Francisco Alves.

O responsável espera assim que “seja um dia bonito para toda a população de São Facundo mas também que consigamos atrair pessoas de fora para este dia cheio de cultura”.

O evento conta ainda, após as atuações, com a transmissão do jogo da final da Taça de Portugal, “para continuarmos esta boa tarde de diversão”, justifica o presidente.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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