PSD de Santarém quer cabeça de lista da região nas eleições legislativas. Foto: PSD

A Assembleia Distrital do PSD de Santarém deliberou no dia 15 de junho, em reunião que decorreu em Ourém, que quer “deputados a tempo inteiro” e um “cabeça de lista com ligação ao distrito” nas eleições legislativas que vão decorrer no dia 6 de outubro.

Presidido por João Moura (Ourém), o PSD de Santarém reuniu em sessão de trabalho para, por um lado, proceder à análise da atual situação política, e, por outro lado, para deliberação, nos termos dos Estatutos do PSD, sobre os critérios de elaboração da futura lista de candidatos a deputados à Assembleia da República pelo Distrito de Santarém.

Nas eleições legislativas de 2015, o PSD elegeu três deputados por Santarém sendo que a cabeça de lista do PSD por Santarém foi Teresa Leal Coelho, indicada pelas estruturas nacionais do partido, mas sem ligações ao distrito. Nuno Serra (Santarém) e Duarte Marques (Mação) foram também eleitos deputados naquele ano.

Assim, da deliberação dos social democratas destaca-se o facto de a Assembleia Distrital ter aprovado que a futura lista de deputados, a representar o Distrito de Santarém, deve cumprir, entre outros, os seguintes critérios: “reconhecida qualidade e competência, profissional e política, e assumir a garantia de disponibilidade total para o exercício de funções de deputado”, e que, “apesar de a escolha do cabeça de lista ser competência do Presidente do Partido, a Assembleia distrital deliberou que o mesmo tenha fortes ligações ao distrito e se possa afirmar como uma mais valia para o resultado do PSD nas próximas legislativas”.

A Assembleia Distrital do PSD de Santarém deliberou no dia 15 de junho, em reunião que decorreu em Ourém, que quer “deputados a tempo inteiro” e um “cabeça de lista com ligação ao distrito” nas eleições legislativas que vão decorrer no dia 6 de outubro. Foto: PSD

Na mesma nota pode ler-se que a Comissão Politica Distrital de Santarém do PSD “levará ao líder do partido para aprovação a proposta de lista de candidatos do distrito devidamente ordenada”.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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