Edição virtual da Feira Empresarial da Região de Santarém de 01 a 30 de setembro. Foto: DR

Em janeiro foram criadas 143 sociedades no distrito de Santarém. À semelhança do que aconteceu no último trimestre do ano passado, a capital de distrito voltou a ser o concelho que maior número de sociedades registado, com 31 projetos empresariais criados.

De acordo com os dados obtidos pela Nersant, o mês de janeiro superou a média dos últimos três meses – que ronda as 60 sociedades criadas por mês – no que diz respeito à criação de entidades.

Segundo o estudo, só em janeiro, foram criadas no distrito de Santarém 143 sociedades, sendo que 21,7% das mesmas – 31 – têm sede em Santarém, que continua assim, à semelhança dos últimos meses do ano, a ser o concelho que maior número de empresas cria.

Ainda quanto à localização do investimento, referência para o concelho de Ourém, com 23 sociedades criadas, Benavente, com 12 e Salvaterra de Magos, com 10. Apenas a um dígito, seguem-se os concelhos de Almeirim e Torres Novas, com nove sociedades criadas cada um, Cartaxo, com oito sociedades criadas e Abrantes e Coruche, com sete sociedades criadas em cada um dos concelhos. Tomar criou seis sociedades, Rio Maior, 5, e Chamusca, Entroncamento e Golegã, três sociedades cada concelho.

Ferreira do Zêzere criou duas sociedades no concelho em janeiro, sendo que no final da tabela, com apenas uma única sociedade criada, ficaram os concelhos de Alpiarça, Constância, Mação, Sardoal e Vila Nova da Barquinha. Alcanena não criou, no período analisado, nenhuma sociedade.

Quanto ao CAE das sociedades criadas, destaque para a Construção de edifícios (residenciais e não residenciais) (dez), Manutenção e reparação de veículos automóveis (seis), Culturas de produtos
hortícolas, raízes e tubérculos (cinco), Transportes rodoviários de mercadorias (cinco), Outras atividades de consultoria para os negócios e a gestão (cinco), Comércio por grosso não especializado (quatro), Atividades de mediação imobiliária (quatro), Outras atividades de consultoria, científicas, técnicas e similares, (quatro), Atividades de prática médica de clínica geral, em ambulatório (quatro), Atividades dos serviços relacionados com a agricultura (três), Comércio a retalho em outros estabelecimentos não especializados, com predominância de produtos alimentares, bebidas ou tabaco (três), Restaurantes tipo tradicional (três), Atividades de programação informática (três), Atividades de engenharia e técnicas afins (três), Atividades das agências de viagem (três) e Outras atividades de saúde humana (três).

Relativamente à forma jurídica das sociedades, continuam a predominar as Sociedades Unipessoal por Quotas (82), seguindo-se as Sociedades por Quotas (55), as Associações (cinco) e, por fim, as Sociedades Anónimas (uma). Quanto ao capital social, destaque para as sociedades criadas com 5.000 euros (38), seguindo-se as criadas com 1000 euros (32), 500 euros (14), 2000 euros (12), 10.000 euros (seis) e, note-se, 125.000 euros (cinco).

Os promotores dos negócios continuam a ser maioritariamente do sexo masculino.

Jornalista profissional há mais de 30 anos, passou por vários jornais diários nacionais, nomeadamente pelo 'Diário de Lisboa', 'Diário de Notícias' e 'A Capital'. Apaixonada pela profissão desde a adolescência, abraçou o jornalismo nas suas diversas áreas, desde o Desporto às Artes e Espetáculos, passando pela Política e pelos temas Internacionais. O jornalismo de proximidade surge agora no seu percurso.

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