Adesão à greve dos profissionais de saúde na casa dos 80% - Sindicato. Foto: mediotejo.net

O distrito de Santarém terá registado até às 15:00 uma adesão dos trabalhadores de saúde à greve na ordem dos 80%, segundo números avançados pelo Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais, que destacou ainda terem sido assegurados os serviços mínimos nos três hospitais do Médio Tejo (Abrantes, Tomar e Torres Novas).

“Saudamos todos os trabalhadores, confirmando-se, assim, a perspetiva que este Sindicato tinha quanto à elevada possibilidade de uma elevadíssima adesão a esta Greve Nacional dos Trabalhadores da Saúde, confirmando o profundo descontentamento dos trabalhadores do setor, pela ausência de resposta do Governo às suas reivindicações”, pode ler-se, em comunicado.

Segundo o dirigente sindical Luís Pesca, “esta determinação na luta revela que os trabalhadores da Saúde se identificam com as propostas e exigências colocadas desde há muito ao Ministério da Saúde”, tendo afirmado ainda que continuarão a “lutar por todas as reivindicações dos trabalhadores, nomeadamente pelo Direito à Carreira, pela aplicação das 35h e horários dignos e pela admissão de mais trabalhadores e regularização de vínculos precários”.

O sindicato realça ainda a existência de piquetes de greve para acompanhar a mesma, com a presença de dirigentes, delegados e trabalhadores, nos Hospitais de:

– Hospital Torres Novas, 11h30, à entrada principal

– Hospital de Tomar, 12h00, à entrada principal

– Hospital Abrantes, 14h00, à entrada principal

Os funcionários da saúde exigem a negociação do Acordo Coletivo de Trabalho para os Trabalhadores do Contrato Individual de Trabalho, a reposição do valor hora do trabalho Extraordinário e admissão de mais pessoal.

Exigem também 35 horas de trabalho para todos e negociação das carreiras profissionais.

 

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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