Ruas ornamentadas em Tomar são monumentos do povo à festa maior dos Tabuleiros. Foto arquivo: Luís Ribeiro

Na edição deste ano da Festa dos Tabuleiros, a abertura das Ruas Populares Ornamentadas em Tomar decorre esta quarta-feira, dia 5 de julho, pelas 20h00, onde será dado a conhecer o trabalho de ornamentação preparado ao longo de semanas de trabalho.

Em números, o papel utilizado para realização de flores e ornamentação das 33 ruas representa o equivalente a 1200 km, a distância entre Tomar e Barcelona. Em área corresponde a cerca de 60 hectares. Deixamos algumas imagens das ruas ornamentadas na última edição da Festa dos Tabuleiros, em 2019.

Foto arquivo: Luís Ribeiro/mediotejo.net

A ruas ornamentadas na cidade de Tomar, momento integrado na Festa dos Tabuleiros, resulta de uma demonstração de bairrismo, empenho e carinho da população para com a festa maior do município.

A dedicação e criação de todos os pormenores de embelezamento das ruas da cidade estiveram em marcha durante meses, para que neste dia 5 de julho todos possam celebrar a abertura de cada rua, mostrando a magia desta festa tão histórica como única e peculiar.

Foto arquivo: Luís Ribeiro

A Festa dos Tabuleiros realiza-se entre os dias 1 de julho e 10 de julho, em Tomar, prevendo-se perto de 700 tabuleiros no principal cortejo. Esta é uma das manifestações culturais e religiosas mais antigas de Portugal.

Com origem pagã, simbolizando a época das colheitas, a Festa dos Tabuleiros adquiriu caráter religioso na Idade Média, com a Rainha Santa Isabel. Dada a sua complexidade, a festa realiza-se de quatro em quatro anos. O cortejo principal da Festa dos Tabuleiros decorre no domingo, dia 09 de julho.

Fotos: Luís Ribeiro

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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