“Rua das Pretas” leva no domingo à Sertã “Um copo de Fado, dois de Bossa Nova”. Foto: DR

O Cineteatro Tasso do Clube da Sertã recebe no domingo, 21 de agosto, às 21h30, o espetáculo musical “Rua das Pretas: um copo de Fado, dois de Bossa Nova”. A entrada é livre.

Integrado na programação da “Rota Olhares e Contares do Lado de Lá”, do projeto Territórios 5 Sentidos, este é um espetáculo de música jazz e bossa nova do coletivo musical lusófono criado e dinamizado por Pierre Aderne, compositor de diversos sucessos cantados nas vozes de António Zambujo e Seu Jorge, entre outros.

Do reportório do concerto da Sertã fazem parte temas como “Vela Bandeira”, “Fado dos Barcos”, “Vida de Estrela”, “Só pra ver ela passar”, “Calma Morena”, entre outros.

O Projeto “Ruas das Pretas” nasceu na sala de casa de Pierre em Lisboa, há vários anos, e começou por ser um encontro íntimo com os seus parceiros de música. Uma tertúlia musical que foi frequentada por nomes como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Ana Moura, Carminho, José Eduardo Águalusa, Valter Hugo Mãe e muitos outros.

Mudou algumas vezes de local, tendo esgotado diversas sessões, e passado por locais como Coliseu do Porto e Coliseu dos Recreios. Foram feitas dezenas de concertos de norte a sul do país e no estrangeiro, passando por Nova Iorque, Madrid, Berlim e Paris. Neste projeto “músicos de várias geografias juntam-se para tocar e dar voz a clássicos e originais onde as memórias se cruzam com os ritmos e melodias.” Foram já lançados dois álbuns e uma série na RTP que, brevemente, estreará a segunda temporada.

O espetáculo musical “Rua das Pretas: um copo de Fado, dois de Bossa Nova” integra-se na programação da “Rota Olhares e Contares do Lado de Lá” do projeto Territórios 5 Sentidos, promovido pelos Municípios da Sertã, Castanheira de Pera e Pombal, em prol da promoção artística e coesão territorial.

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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