Festa da Benção do Gado em Riachos até dia 1 de agosto. Foto: Luís Ribeiro

Engalanada para a festa, a vila recebe, nestes dias, espetáculos noturnos e atividades taurinas, tendo iniciado na sexta-feira com uma arruada da Sociedade Filarmónica União Matense, Banda Operária Torrejana, Sociedade Filarmónica Meiaviense e Filarmónica Riachense, seguindo-se o espetáculo “Lugar Comum”, de Marta Tomé, e animação pelo DJ Pedro Galinha.

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Engalanando-se com luzes, pinturas murais ou peças agrícolas antigas expostas às portas das casas, a vila de Riachos recebe assim durante mais de uma semana diversos espetáculos noturnos, contando com a presença de variados artistas, entre os quais HMB, David Carreira, Teresa Tapadas, Rosinha, Moco, Maninho, Nuno Barroso, FH5, Xambra, Siul Sotnas, Sociedade Velha Filarmónica Riachense, Vozes d’Art & Nar e o Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Riachos, entre outros grupos musicais e diversos DJs.

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O certame conta ainda com corridas columbófilas, saraus de ginástica, largadas à corda, passeios equestres ou de mota, caminhadas ou gincanas de tratores, mas o momento alto da festa é o Cortejo da Bênção do Gado no dia 31 (domingo, às 16h00), antecedido pela procissão e chegada dos lavradores no dia 29 (sexta-feira, 19h00), revelando-nos Carlos Graça que a organização se está a aperceber que vai haver mais gente a participar no cortejo e que existe muita gente interessada em recuperar carros antigos, fazendo réplicas de carros usados antigamente, recorrendo a fotografias desse tempo, destacando o presidente da associação as ruas engalanadas e a “forte adesão dos riachenses ao trajar à moda antiga durante a festa”.

Pode consultar o programa completo AQUI.

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Fotos: Luís Ribeiro/mediotejo.net

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Luis Ribeiro

Natural e residente em Tomar, tem como profissão Distribuidor, mas é com a fotografia que se identifica. É amante desta arte em geral, mas a sua verdadeira paixão é a Natureza e Vida Selvagem e os Retratos. É autor do livro de fotografia “Alma Nabantina” e fundador/administrador dos grupos do Facebook “Amigos da Fotografia de Tomar” e "Fauna de Tomar”. Colabora na área de fotografia na imprensa regional e local e já em 2018 foi júri convidado de dois concursos de fotografia. Neste ano conta também com duas exposições de fotografia coletivas, preparando atualmente a terceira.

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