Tomar com duas praias fluviais “Zero Poluição” é referência nacional. Foto arquivo: Fernando Louro

O assunto foi tema da última reunião do executivo da Câmara Municipal de Tomar, tendo a bancada do PSD, na voz do vereador Tiago Carrão, questionado sobre a situação da Praia Fluvial do Alqueidão, em Tomar, e se esta estaria em funcionamento já neste verão.

Recorde-se que a Praia Fluvial do Alqueidão, na freguesia de Olalhas, foi alvo de uma ação de requalificação a fim de melhorar a atratividade daquela zona de lazer, sendo “apetrechado com um amplo deck, onde se situam as instalações sanitárias e divisão polivalente de apoio, sendo que será ainda acoplada uma piscina flutuante”, de acordo com a informação divulgada à data.

Depois de concluída a requalificação, a autarquia tem aguardado “luz verde” por parte da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) para a autorização do funcionamento das estruturas que lhe servem de apoio.

“Efetivamente nós estamos pendentes da autorização da APA que nos exige um documento de um protocolo de parceria com a Junta de Freguesia relativamente ao terreno. Foi sempre solicitado à Junta e eles enviaram constantemente documentos que a APA não aceitava. Nós chegámos a enviar o texto que era preciso aprovar, que basicamente é uma cedência, mas mesmo assim veio alterado e modificado”, explicou a socialista Filipa Fernandes, vice-presidente da Câmara de Tomar.

Após o ocorrido, a vereadora promoveu uma reunião presencial com o presidente desta Junta de Freguesia para “explicar exatamente o porquê de o documento ter de ser assim, é uma exigência da APA e eles então, agora sim, enviaram o documento correto”.

O documento foi posteriormente enviado para a APA e o documento de encargos encontra-se “praticamente concluído”, pelo que a autarquia apenas aguarda a autorização da APA para a concessão do espaço.

“Queremos muito acreditar que este verão já temos praia fluvial a trabalhar com a sua concessão. Portanto, se a APA diz que basta este documento, já o entregámos e esperamos que seja célere”, conclui Filipa Fernandes.

O presidente do município tomarense, Hugo Cristóvão (PS), sublinhou, por sua vez, que “nunca foi apontado o dedo à instituição que estava a falhar. Mas que fique claro, há muitos muitos meses que o que está em falta é esse documento da Junta de Freguesia”.

Mestre em Jornalismo e apaixonada pela escrita e pelas letras. Cedo descobriu no Jornalismo a sua grande paixão.

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