Festfado está de regresso a Ponte de Sor com cinco galas. Créditos: CMPS

O Festfado, que teve o seu arranque em 2016, vai ter, nesta sétima edição, um formato ligeiramente diferente dos anos anteriores: o concurso deixa de existir.

No entanto, continuam a ser apresentados nomes menos conhecidos do panorama fadista. Cada espetáculo conta com nomes considerados pela organização de “fora da caixa”, ou seja, que não estão ligados ao fado, mas que são relevantes no panorama artístico, com especial enfoque a nível local e regional.

Presença garantida é a de fadistas consagrados e este ano poderão ser ouvidos Rita Ribeiro, Nuno da Câmara Pereira, Jaqueline Carvalho, Jorge Batista da Silva e Jorge Góis.

A fadista anfitriã continua a ser Dora Maria e os músicos residentes para este ano são Bruno Mira, na guitarra portuguesa, Pedro Pinhal na viola de fado e Fernando Nani no baixo acústico.

A iniciativa conta com o apoio do Município de Ponte de Sor.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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