Torres Novas, Ourém, Alcanena e Tomar são os municípios do Médio Tejo que integram a candidatura de Leiria a Capital Europeia da Cultura Foto arquivo: CM Alcanena

A Rede Cultura apresenta na sexta-feira, dia 30 de julho, pelas 17h30, no Castelo de Leiria, a equipa redatora e linhas gerais da proposta de candidatura de Leiria a Capital Europeia
da Cultura. O mote da mesma é “Raízes Comuns, Horizontes Comuns”.

A Rede Cultura, que inclui os concelhos de Ourém, Tomar, Alcanena e Torres Novas dentro de 26 municípios, apresenta esta sexta-feira uma proposta de candidatura do território a Capital Europeia da Cultura. A sessão oficial vai dar a conhecer os rostos, as vozes e os caminhos rumo a 2027, decorrendo em formato presencial e online, por forma a cumprir as restrições da pandemia.

A apresentação oficial da candidatura entra na fase em que as cidades candidatas serão pré-selecionadas, antecedendo a seleção final, aproximadamente dentro de um ano, avança nota de imprensa. Serão necessários ainda quatro anos para saber qual será o projeto vencedor.

“Elaborar um programa artístico e cultural para (com) um território de uma enorme diversidade é desafio sem precedentes. Todas as Capitais Europeias da Cultura, até hoje, se defrontaram com territórios homogéneos e talvez por isso raramente tenham conseguido evitar uma espécie de padronização, uma tendência para o isomorfismo – todas diferentes, mas todas iguais. O caminho que nos propomos é o inverso. Não é, evidentemente, o caminho mais fácil”, disse o presidente do Conselho Estratégico, João Serra, no encerramento do congresso “O futuro da nossa cidade”.

Leiria foi a primeira cidade que, em 2015, manifestou vontade de ser a Capital Europeia da Cultura em 2027, quando a oportunidade recai sobre Portugal. Neste âmbito, surgiu a ideia que se associar a outros municípios da sua região, acabando por integrar mais 25 das subregiões de Leiria, Oeste e Médio Tejo. São 6 mil km2, 805 mil habitantes e cerca de 10% do território continental.

 

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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