Se há imagens que valem mais do que muitas palavras esta fotografia é bem o exemplo disso mesmo. Timidamente, uma raposa aproxima-se de um militar da GNR da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPS) para aceitar o alimento que este lhe oferece, num bonito momento de interação entre o homem e um animal selvagem e solitário por natureza.
“A raposa é um animal solitário, bom corredor e o seu olfato é o melhor dos seus sentidos… Talvez por isso tenha sentido a presença dos nossos militares que traziam consigo algo que lhe colocaram à disposição para se alimentar”, escrevem na legenda da foto, publicada este sábado, sem fazer referência ao local onde a mesma foi tirada.
O momento foi captado pelos elementos da GNR/UEPS – Unidade de Emergência de Proteção e Socorro e publicado na sua página do Facebook.

Felizmente tive uma experiencia identica, no ano passado, entre Vila Velha de Rodão e Sarzedas. O dia estava muito quente. Circulava devagar de janelas abertas. Subitamente sou ultrapassado por um carro que ao se aperceber da existencia duma raposa na estrada acelera ainda mais. Ela escapou e ficou parada na beira da estrada. Parei o carro e ela não fugiu achei estranho, mas sem segundos entendi o que se poderia passar. Devia ter fome. Sai do carro com receio. Fui à mala e tirei primeiro uns biscoitos. Atirei um bocado e ela devorou o mesmo, rapidamente. Fiquei ali um bom bocado pois, ela sem medo, chegou perto de mim e pegava a comida da minha mão. Resolvi tirar uma tijela e colocar àgua da garrafa que tinha para beber. Sofregamente bebeu a água. Posso dizer que foi uma experiencia que não irei esquecer.
Que bonito gesto o seu. Bem haja, ainda há seres humanos dignos nesta humanidade. 🙏
Felizmente tive uma experiencia identica, no ano passado, entre Vila Velha de Rodão e Sarzedas. O dia estava muito quente. Circulava devagar de janelas abertas. Subitamente sou ultrapassado por um carro que ao se aperceber da existencia duma raposa na estrada acelera ainda mais. Ela escapou e ficou parada na beira da estrada. Parei o carro e ela não fugiu achei estranho, mas sem segundos entendi o que se poderia passar. Devia ter fome. Sai do carro com receio. Fui à mala e tirei primeiro uns biscoitos. Atirei um bocado e ela devorou o mesmo, rapidamente. Fiquei ali um bom bocado pois, ela sem medo, chegou perto de mim e pegava a comida da minha mão. Resolvi tirar uma tijela e colocar àgua da garrafa que tinha para beber. Sofregamente bebeu a água. Posso dizer que foi uma experiencia que não irei esquecer.