Centro de Estudos de Fátima. Fotos: CEF

O Centro de Estudos de Fátima (CEF), em Ourém, é a escola mais bem classificada do distrito de Santarém no ranking das escolas do ensino secundário de 2019, divulgado pelo jornal Público. No top 10 surgem ainda mais duas escolas de Ourém, a par de estabelecimentos de ensino de Alcanena, Vila Nova da Barquinha, Mação, Torres Novas e Santarém. A lista completa do ranking pode ser consultada aqui

O estabelecimento de ensino oureense é a melhor da região no ensino secundário, ocupando o 61.º lugar da geral, sendo seguida neste ranking divulgado pelo jornal Público pelo Colégio de São Miguel, também em Ourém (67º. na geral nacional). A Escola Secundária de Alcanena, a Escola Básica e Secundária D. Maria II em Vila Nova da Barquinha e a Escola Básica e Secundária de Ourém fecham a tabela das cinco primeiras classificadas.

As Escolas Secundárias Ginestal Machado e Sá da Bandeira (ambas em Santarém, a Escola Básica e Secundária de Mação, a Escola Secundária Maria Lamas, em Torres Novas, e a Escola Básica e Secundária Drª Maria Judite Serrão Andrade, em Sardoal, fecham a lista das 10 escolas mais bem classificadas no distrito ao nível do secundário nesta listagem ordenada pelo Público, sendo que o posicionamento no ranking varia consoante a leitura e interpretação dos dados por parte de cada orgão de comunicação social.

O Centro de Estudos de Fátima (CEF), em Ourém, é a escola mais bem classificada do distrito de Santarém no ranking das escolas do ensino secundário de 2019, divulgado pelo jornal Público.

No ensino básico (até ao 9.º ano), o Colégio Infante Santo, em Santarém, lidera a tabela no distrito, seguido pela Escola Básica D. Sancho I, no Cartaxo, e Escola Básica Dr Ruy de Andrade, no Entroncamento. No top 10 surgem na listagem escolas do Entroncamento, Ourém, Tomar, Santarém, Almeirim, e Rio Maior.

Ranking do ensino básico no jornal Público

 

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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