Rancho de Alviobeira celebrou aniversário com Gala de Abril. Foto: Luís Ribeiro

O Rancho Folclórico e Etnográfico de Alviobeira, Tomar, assinalou no dia 24 de abril o seu 37º aniversário com uma Gala comemorativa transformada num espetáculo demonstrativo das capacidades e talentos das gentes da terra, numa festa que visou celebrar a amizade e o trabalho desenvolvido pelo rancho. No sábado as atividades de abril encerram com um festival de folclore.

Embora o plano de atividades do RFEA seja extenso e diversificado, numa Alviobeira que acontece todo o ano, também é verdade que o Rancho, no mês de abril, por ser o mês do seu aniversário, intensifica a programação cultural, indicou ao mediotejo.net Manuela Santos, da organização.

Com a Gala de Aniversário no dia 24 de abril, num repleto Centro Recreativo e Cultural de Alviobeira (CRCA) as comemorações do 37º aniversário do Rancho Folclórico e Etnográfico de Alviobeira, do concelho de Tomar, marcam o calendário cultural do mês de abril, que culmina no sábado com folclore.

VÍDEO/GALA:

Depois do “Abril Sopas Mil”, uma mostra de sopas que juntou centenas de convivas em confraternização e na prova das 23 sopas que estavam à disposição, o rancho recebeu no dia 12 de abril a peça de teatro ‘Fios Soltos’, que juntou música e dança, no Centro Recreativo de Alviobeira.

No sábado, dia 26 de abril, chega o Festival de Folclore, que terá lugar na sede do Centro Recreativo e Cultural, pelas 21h30.

O objetivo das várias iniciativas e atividades organizadas pelo RFEA é “proporcionar à comunidade e aos visitantes espetáculos de qualidade ao mesmo tempo que se cria condições para a retenção e atratividade de talento”, resumiu Manuela Santos.

Fotogaleria/Luís Ribeiro:

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Natural e residente em Tomar, tem como profissão Distribuidor, mas é com a fotografia que se identifica. É amante desta arte em geral, mas a sua verdadeira paixão é a Natureza e Vida Selvagem e os Retratos. É autor do livro de fotografia “Alma Nabantina” e fundador/administrador dos grupos do Facebook “Amigos da Fotografia de Tomar” e "Fauna de Tomar”. Colabora na área de fotografia na imprensa regional e local e já em 2018 foi júri convidado de dois concursos de fotografia. Neste ano conta também com duas exposições de fotografia coletivas, preparando atualmente a terceira.

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