Rafaela Mendes (CNTN) convocada para a seleção nacional júnior e estreia-se em Genebra. Foto: CNTN

A nadadora do Clube de Natação de Torres Novas (CNTN), Rafaela Mendes, foi convocada para a seleção nacional júnior e vai representar Portugal no 59.º Challenge International de Genève, entre 23 e 25 de janeiro, naquela que será a sua estreia competitiva em piscina longa na época 2025-2026.

Os recentes comunicados da Federação Portuguesa de Natação e da Associação de Natação do Distrito de Santarém destacaram o Clube de Natação de Torres Novas (CNTN), com a convocatória da nadadora Rafaela Mendes para a seleção nacional júnior e nove nadadores infantis e juvenis para a seleção distrital da ANDS.

Rafaela Mendes, nadadora júnior do CNTN, vai representar Portugal no 59.º Challenge International de Genève, entre 23 e 25 de janeiro, em piscina longa, após preparação no Centro de Alto Rendimento de Rio Maior ao abrigo do Plano de Alto Rendimento e Seleções Nacionais de Natação Pura.

Além disso, Laura Correia, Rita Valentim, Juliana Monteiro, Clara Madureira, Margarida Formigo, Leonor Lopes, Rodrigo Alegria, Salvador Vieira e Duarte Mendes foram chamados às seleções distritais de infantis e juvenis para a Taça Vale do Tejo, organizada pela ANDS, e que se realizou em Abrantes no fim de semana.

Foto arquivo: CNTN

Rafaela Mendes tem-se destacado já há várias épocas:
• Foi tri-campeã nacional júnior, vencendo os 50, 100 e 200 m costas nos nacionais de juvenis e juniores.
• Nos Campeonatos Nacionais de Juniores e Seniores em Leiria (dezembro, 2025) conquistou três títulos de campeã e três de vice-campeã nacional, estabelecendo seis novos recordes distritais absolutos e registando um tempo que a coloca entre as melhores portuguesas de sempre nos 100 m costas.
• Em 2025 integrou a seleção portuguesa de juniores que bateu recorde nacional numa estafeta mista nos Europeus de Juniores e foi a primeira atleta da ANDS a alcançar esse marco.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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