A Quinta do Bill tem uma agenda repleta de concertos e lançou um novo tema original. Foto: Quinta Bill

“A Saudade Aperta” é o novo tema da Quinta do Bill, banda de Tomar que conta com 37 anos de carreira, oito álbuns de originais e vários discos gravados ao vivo e de coletâneas. O tema é a primeira amostra de um tempo novo de canções, que dá corpo ao novo álbum, que já roda nas rádios, e que a Quinta do Bill tem apresentado nos seus concertos ao vivo (como em Mação, na sexta-feira, dia 5 de julho). Pretexto para uma conversa com Carlos Moisés, vocalista e fundador da banda.

Em 37 anos de carreira, conta-se a história de uma das mais reconhecidas bandas nacionais. Com letra de Tiago Nogueira, dos Quatro e Meia, e música de Carlos Moisés, a canção teve a produção de João André, bem presente na forma como conjuga os diversos universos em que a Quinta do Bill se revê na atualidade.

“A Saudade Aperta” é “o futuro que se quer feito de pessoas e afetos, de reencontros e entregas, capazes de romper os desassossegos de um presente que a todos desafia”, tema que mantém a identidade e sonoridade musical da Quinta do Bill, como nos conta Carlos Moisés.

CARLOS MOISÉS, QUINTA DO BILL
Quinta do Bill na estrada com novo original e muitos concertos. Foto: Quinta do Bill

Com mais de 30 datas marcadas para o Verão – de Norte a Sul e Ilhas –, a Quinta do Bill prepara-se para abrir os braços, fazer-se à estrada e matar saudades de um público que com ela comunga um caminho de canções, festa, alegria e emoções muitas, num reencontro com as canções que a distinguem: “Os Filhos da Nação”, “Voa, voa”, “Se Te Amo”, “Srª Maria do Olival” ou “Menino”.

Mas agora é tempo de “A Saudade Aperta”, já disponível em todas as plataformas digitais, com videoclip assinado pela produtora HomemBala, em estreia no canal oficial da Quinta do Bill.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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