PSD homologou candidatos para 12 municípios do distrito de Santarém. Foto: DR

A Comissão Política Nacional do PSD homologou os primeiros 12 processos de candidatos aprovados pela Distrital do PSD de Santarém, e que irão representar o partido nas eleições autárquicas do corrente ano. No Médio Tejo foram confirmados os candidatos a Alcanena, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Sardoal, Tomar e Torres Novas.

Os restantes processos serão discutidos e aprovados pela Comissão Política Distrital até final do mês de março. Com esta decisão, o PSD “reforça o seu compromisso com a proximidade às populações e a construção de projetos autárquicos sólidos, assentes na experiência, na boa governação, no desenvolvimento local e na melhoria da qualidade de vida dos cidadãos”.

Em comunicado, o PSD dá conta que os candidatos agora aprovados irão, juntamente com as estruturas do partido, “continuar o trabalho de proximidade junto das comunidades, apresentando propostas e soluções para os desafios de cada concelho e de cada freguesia”.

ALCANENA – Rui Anastácio (atual Presidente da CM de Alcanena)

ALMEIRIM – Maria Bernardina Andrada (Gestora de Empresa)

BENAVENTE – Sónia Ferreira (Gestora e atual Vereadora do PSD na CM Benavente)

CHAMUSCA – Tiago Prestes (Empresário e atual Vereador do PSD na CM Chamusca)

ENTRONCAMENTO – Rui Madeira (Professor e atual Vereador do PSD na CM Entroncamento)

FERREIRA DO ZÊZERE – Hugo Azevedo (Téc, Superior e atual Vereador PSD na CM Ferreira

Zêzere)

MAÇÃO – José António Almeida (Professor e líder do Grupo Municipal do PSD na AM Mação)

SALVATERRA DE MAGOS – José Manuel Coelho (Técnico Superior no Município de Santarém)

SANTARÉM – João Teixeira Leite (atual Presidente da CM Santarém)

SARDOAL – Pedro Rosa (Professor e Chefe de Gabinete do PCM de Sardoal)

TOMAR – Tiago Carrão (Empresário e atual Vereador do PSD na CM Tomar)

TORRES NOVAS – Tiago Ferreira (Empresário e atual Vereador do PSD na CM Torres Novas)

As eleições autárquicas estão previstas para decorrer entre setembro e outubro de deste ano.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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