PSD candidata engenheiro informático Vítor Filipe à Câmara de Gavião. Foto: PSD

O engenheiro informático Vítor Filipe, de 42 anos, é o candidato do PSD à Câmara de Gavião, liderada pelo PS, nas eleições autárquicas deste ano, anunciou o partido.

Numa nota publicada pela Comissão Política Concelhia do PSD de Gavião na rede social Facebook, os sociais-democratas defenderam que o concelho necessita de uma “liderança forte, dinâmica e próxima” das pessoas.

“É com grande sentido de responsabilidade e compromisso que anunciamos a candidatura à Câmara Municipal de Gavião pelo PSD o engenheiro Vítor Filipe. Como engenheiro, profissional dedicado e apaixonado pelas nossas gentes, Vítor Filipe acredita que Gavião tem potencial para crescer, inovar e oferecer mais qualidade de vida a todos os seus habitantes”, lê-se na publicação.

O PSD local diz ainda que “Vítor Filipe quer renovar e colocar a sua experiência ao serviço de Gavião, promovendo um desenvolvimento sustentável, reforçando a economia local, apostando na educação e na juventude e garantindo melhores condições de vida para todos os gavionenses”.

A criação de emprego, apoio às famílias mais vulneráveis, melhoramento de infraestruturas e uma gestão rigorosa são alguns dos compromissos assumidos pela candidatura de Vítor Filipe, que é vereador do PSD, sem pelouros, no atual executivo camarário.

Contactado pela agência Lusa, Vítor Filipe confirmou que vai liderar a lista social-democrata.

Esta é a segunda candidatura a ser oficializada ao Município de Gavião, visto que o PS já anunciou que o vice-presidente da câmara, António Severino, de 45 anos, vai encabeçar a lista deste partido nas eleições autárquicas deste ano.

A Câmara de Gavião é liderada pelo socialista José Pio, que está a cumprir o terceiro e último mandato, não podendo recandidatar-se ao cargo devido à lei de limitação de mandatos.

O executivo da Câmara de Gavião é composto por três eleitos do PS, um da CDU e um do PSD.

As eleições autárquicas deverão decorrer entre setembro e outubro deste ano.

c/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Agência de Notícias de Portugal

Deixe um comentário

Leave a Reply